Citação

Dedicação é a chave para o sucesso

4 jun

O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido, milhares de adolescentes ficam na dúvida na hora de escolher qual curso realizar. E foi com esse objetivos que convidamos o jornalista e Editor Digital do  LANCENET!, Carlos Eduardo Sangenetto Donato, 22 anos, para compartilhar conosco a sua história, dar dicas sobre a profissão e mercado de trabalho para os jovens que assim como ele, desejam tornar-se futuros jornalistas.

Carlos Eduardo Sagenetto exibindo a camisa que ganhou de seu grande ídolo Tulio Maravilha

Carlos Eduardo nos contou que começou a se interessar por jornalismo desde cede, aos sete anos quando jornais e revistas já faziam parte de suas brincadeiras, mas foi em 2007 que o jovem concretizou a vontade de se tornar jornalista: “ Sou Fanático por futebol, comecei a divulgar e compartilhar na internet informações quentíssimas e exclusivas do Glorioso Botafogo de Futebol e Regatas e parece que deu certo”, disse.

No mesmo ano, os torcedores do clube resolveram criar uma comunidade no Orkut chamada “C.E. Boletim Botafogo”, com o objetivo de segmentar o público que gostava e acompanhava o trabalho de apuração do “C.E”, como Carlos Eduardo era chamado respeitavelmente. A comunidade chegou a ter mais de cinco mil participantes assíduos e com sede de Botafogo.

“A dedicação no trabalho é muito importante, os mais esforçados sempre se diferenciam.”

Mas o jovem não queria parar por ai, em Agosto de 2009, após completar dois períodos na universidade, Eduardo começou a trabalhar como freelance no Lancenet!, aonde era responsável por cobrir noticiário de esportes olímpicos. Após 10 meses de trabalho, o estudante foi contratado como estagiário da empresa e atualmente se tornou Editor Digital: ”Hoje conto com a a ajuda de uma equipe de estagiários, todos estudantes com idade média de 23 anos, além de coordenar a produção, determino tarefas a toda a equipe, reviso textos, edito capas do site e pauta os repórteres do  LANCENET!”, completou.

O editor diz que seu diferencial sempre foi a dedicação, mas afirma para os estudantes que querem ingressar na profissão que a tarefa é árdua. “Tem que gostar muito, uma paixão até. É sofrido, tem muita cobrança, quase não se tem tempo livre. Tem que dominar a língua, curtir mesmo a profissão e entrar de cabeça. Caso contrário, não recomendo cursar. A dedicação no trabalho é muito importante, os mais esforçados sempre se diferenciam”, afirmou.

Citação

Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles. Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil.

 

legenda: Roger Water em sua turnê “The wall” no estágio do Morumbi, SP.

No primeiro show em São Paulo da turnê comemorativa dos 30 anos de lançamento do disco “The wall”, Roger Waters apresentou sua obra para um público que demonstrou muito mais reverência do que euforia em pouco mais de duas horas de espetáculo.

Os fãs, que encheram o estádio do Morumbi neste domingo (1º), cantaram “Another Brick in the Wall” e “Comfortably Numb” com entusiasmo. Na maior parte das outras 24 músicas, no entanto, pareciam mais interessados em contemplar cada pedaço dos 424 tijolos do muro que é construído e derrubado no decorrer do show e toma conta do palco.

“Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”

Os discursos do ex-Pink Floyd, em português, foram exatamente os mesmos lidos em Porto Alegre, no último domingo (25); e no Rio de Janeiro, na quinta-feira (29). São frases como “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”, em alusão ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais britânicos em Londres, em 2005, ao ser confundido com um terrorista.

A apresentação começou às 19h45, com 15 minutos de atraso, e tem uma estrutura que faz valer o preço do ingresso. Quando se lembra que a entrada para a pista premium custava impressionantes R$ 900, a afirmação ganha mais força.

Números (o muro tem 137 metros de largura, 11 de altura e 5,5 de profundidade) e infográficos conseguem dar uma prévia do que é a parede erguida no palco, mas com o jogo de luzes, os efeitos sonoros, fogos de artifício, bonecos, animações, projeções e, claro, a obra criada por Waters, tudo parece maior e mais embasbacante.

O clássico álbum duplo lançado em 1979 toma forma no palco graças a esses recursos. Serve como um alento para os que pensam que uma coleção de canções pode ter um conceito, fazer um sentido. E não ser apenas uma espécie de “mixtape” fuleira ou um amontoado de singles somado a sobras de estúdio infinitamente menos inspiradas.

Roger Waters volta a cantar todas as canções de “The Wall”, seguindo a mesma sequência do álbum, em um segundo show no Morumbi, na próxima terça-feira (3).

Assista ao show completo do disco “The Wall