Portal colombiano acompanha evolução da internet e torna-se modelo na distribuição de notícias

2 jun

Emprêsa de comunicação colombiana aposta em mudanças estruturais devido a convergência digital,  implanta medidas de sucesso e torna-se  modelo  de jornalismo online.

Sede Central do El Tiempo

A Casa Editorial El Tiempo (CEET), a mais moderna e sofisticada  empresa de comunicação da Colômbia aposta na integração das redações de todos os seus veículos, promove unificação  e em função das mudanças realizadas ao longo de 10 anos, se torna uma  referencia para todos os sites de jornalismo digital em todo o mundo.  A convergência de mídias ,  surgida com o avanço da internet, gerou estudos de teóricos da área de comunicação demonstrando a necessidade da  interação dos profissionais das redações  agilizando a produção e a distribuição das informações em todos os veículos.

Redação

 

As mudanças estruturais no El Tiempo não começaram do dia para a noite. A decisão de iniciar um projeto de reestruturação completa da empresa começou em 2002.  Luis Fernando Santos, membro da família dona da empresa  e presidente da companhia, foi quem determinou que era necessário abrir os olhos para um cenário pouco conhecido até então.  Em uma decisão revolucionaria a empresa reuniu em um único espaço físico as redações de todos  os veículos do grupo.

 

Em 2006, a direção da companhia decidiu criar, a partir do que já havia sido pesquisado e debatido por este grupo específico e por estudos da própria empresa, um novo modelo de geração de conteúdo, específico para a casa. Esse projeto incluía uma futura integração completa dos espaços físicos das redações dos diferentes veículos da casa. A CEET é composta por um jornal de circulação nacional, o El Tiempo; um jornal econômico, o Portafólio; um jornal impresso de distribuição gratuita, o ADN; alguns jornais locais de venda em determinados bairros em Bogotá; mais de uma dezena de revistas impressas segmentadas e outras que são encartes do El Tiempo; um canal de televisão local, o CityTV; e um conjunto de sites jornalísticos e outros comerciais, entre eles o portal informativo mais acessado da Colômbia, o eltiempo.com.

Redaçao Integrada

 

Toda a nova produção da casa passou a ser pensada a partir de um ponto único central de agregação de informações: A bolsa de conteúdo.  Nela, todo o conteúdo produzido, independente do meio, é depositado e possível de ser aproveitado por todos aqueles produtos que por ele se interessassem. A bolsa foi criada a partir da adoção de um sistema feito exclusivamente para o funcionamento desta nova redação, chamado de Hermes 11, desenvolvido por uma empresa alemã de tecnologia da informação.

Redaçao

A ideia foi juntar os profissionais dos diferentes meios e dividir a redação resultante basicamente em duas: uma responsável pela produção e geração de conteúdo, cuja produção seria divida em grupos temáticos (o que para nós seria uma editoria); e um segundo grupo formado pelos editores de produtos, composto por jornalistas responsáveis pela formatação do conteúdo produzido pelos temáticos de acordo com as possibilidades e limites de cada um dos meios, seja ele impresso, televisivo ou virtual.

 

 

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Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles. Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil.
Roger Walter

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Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles.
Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil.

 

No primeiro show em São Paulo da turnê comemorativa dos 30 anos de lançamento do disco “The wall”, Roger Waters apresentou sua obra para um público que demonstrou muito mais reverência do que euforia em pouco mais de duas horas de espetáculo.

Os fãs, que encheram o estádio do Morumbi neste domingo (1º), cantaram “Another Brick in the Wall” e “Comfortably Numb” com entusiasmo. Na maior parte das outras 24 músicas, no entanto, pareciam mais interessados em contemplar cada pedaço dos 424 tijolos do muro que é construído e derrubado no decorrer do show e toma conta do palco.

Os discursos do ex-Pink Floyd, em português, foram exatamente os mesmos lidos em Porto Alegre, no último domingo (25); e no Rio de Janeiro, na quinta-feira (29). São frases como “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”, em alusão ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais britânicos em Londres, em 2005, ao ser confundido com um terrorista.

Saiba mais sobre o caso Jean Charles de Menezes

A apresentação começou às 19h45, com 15 minutos de atraso, e tem uma estrutura que faz valer o preço do ingresso. Quando se lembra que a entrada para a pista premium custava impressionantes R$ 900, a afirmação ganha mais força.

Números (o muro tem 137 metros de largura, 11 de altura e 5,5 de profundidade) e infográficos conseguem dar uma prévia do que é a parede erguida no palco, mas com o jogo de luzes, os efeitos sonoros, fogos de artifício, bonecos, animações, projeções e, claro, a obra criada por Waters, tudo parece maior e mais embasbacante.

O clássico álbum duplo lançado em 1979 toma forma no palco graças a esses recursos. Serve como um alento para os que pensam que uma coleção de canções pode ter um conceito, fazer um sentido. E não ser apenas uma espécie de “mixtape” fuleira ou um amontoado de singles somado a sobras de estúdio infinitamente menos inspiradas.

Roger Waters volta a cantar todas as canções de “The Wall”, seguindo a mesma sequência do álbum, em um segundo show no Morumbi, na próxima terça-feira (3).

 

 

Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles.
Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil.

 

Estádio do Morumbi

               Legenda:Roger Waters no estádio do Morumbi, SP.

No primeiro show em São Paulo da turnê comemorativa dos 30 anos de lançamento do disco “The wall”, Roger Waters apresentou sua obra para um público que demonstrou muito mais reverência do que euforia em pouco mais de duas horas de espetáculo.

Os fãs, que encheram o estádio do Morumbi neste domingo (1º), cantaram “Another Brick in the Wall” e “Comfortably Numb” com entusiasmo. Na maior parte das outras 24 músicas, no entanto, pareciam mais interessados em contemplar cada pedaço dos 424 tijolos do muro que é construído e derrubado no decorrer do show e toma conta do palco.

Os discursos do ex-Pink Floyd, em português, foram exatamente os mesmos lidos em Porto Alegre, no último domingo (25); e no Rio de Janeiro, na quinta-feira (29). São frases como “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”, em alusão ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais britânicos em Londres, em 2005, ao ser confundido com um terrorista.

A apresentação começou às 19h45, com 15 minutos de atraso, e tem uma estrutura que faz valer o preço do ingresso. Quando se lembra que a entrada para a pista premium custava impressionantes R$ 900, a afirmação ganha mais força.             Legenda: Muro em homenagem a pessoas mortas em conflitos

Números (o muro tem 137 metros de largura, 11 de altura e 5,5 de profundidade) e infográficos conseguem dar uma prévia do que é a parede erguida no palco, mas com o jogo de luzes, os efeitos sonoros, fogos de artifício, bonecos, animações, projeções e, claro, a obra criada por Waters, tudo parece maior e mais embasbacante.

O clássico álbum duplo lançado em 1979 toma forma no palco graças a esses recursos. Serve como um alento para os que pensam que uma coleção de canções pode ter um conceito, fazer um sentido. E não ser apenas uma espécie de “mixtape” fuleira ou um amontoado de singles somado a sobras de estúdio infinitamente menos inspiradas.

Roger Waters volta a cantar todas as canções de “The Wall“, seguindo a mesma sequência do álbum, em um segundo show no Morumbi, na próxima terça-feira (3).

 

Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles.
Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil.

No primeiro show em São Paulo da turnê comemorativa dos 30 anos de lançamento do disco “The wall”,  Roger Waters apresentou sua obra para um público que demonstrou muito mais reverência do que euforia em pouco mais de duas horas de espetáculo.

Os fãs, que encheram o estádio do Morumbi neste domingo (1º), cantaram “Another Brick in the Wall” e “Comfortably Numb” com entusiasmo. Na maior parte das outras 24 músicas, no entanto, pareciam mais interessados em contemplar cada pedaço dos 424 tijolos do muro que é construído e derrubado no decorrer do show e toma conta do palco.

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Ex-líder do Pink Floyd abre o show em São Paulo neste domingo no Morumbi (Foto: Flavio Morais/G1)

Os discursos do ex-Pink Floyd, em português, foram exatamente os mesmos lidos em Porto Alegre, no último domingo (25); e no Rio de Janeiro, na quinta-feira (29). São frases como “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”, em alusão ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais britânicos em Londres, em 2005, ao ser confundido com um terrorista.

A apresentação começou às 19h45, com 15 minutos de atraso, e tem uma estrutura que faz valer o preço do ingresso. Quando se lembra que a entrada para a pista premium custava impressionantes R$ 900, a afirmação ganha mais força.

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 Centenas de pessoas mortas em conflitos têm suas imagens exibidas nos tijolos do gigantesco muro erguido durante o show (Foto: Flavio Morais/G1)

Números (o muro tem 137 metros de largura, 11 de altura e 5,5 de profundidade) e infográficos conseguem dar uma prévia do que é a parede erguida no palco, mas com o jogo de luzes, os efeitos sonoros, fogos de artifício, bonecos, animações, projeções e, claro, a obra criada por Waters, tudo parece maior e mais embasbacante.

O clássico álbum duplo lançado em 1979 toma forma no palco graças a esses recursos. Serve como um alento para os que pensam que uma coleção de canções pode ter um conceito, fazer um sentido. E não ser apenas uma espécie de “mixtape” fuleira ou um amontoado de singles somado a sobras de estúdio infinitamente menos inspiradas.

Roger Waters volta a cantar todas as canções de “The Wall”, seguindo a mesma sequência do álbum, em um segundo show no Morumbi, na próxima terça-feira (3).

Nota

Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

 

02/04/2012 00h16 – Atualizado em 02/04/2012 00h45

 

Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles.
Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil

Imagem

Legenda: Ex Líder do Pink Floyd abre o show em São Paulo neste domingo no Morumbi (Foto: Flavio Morais/G1)

No primeiro show em São Paulo da turnê comemorativa dos 30 anos de lançamento do disco “The wall”, Roger Waters apresentou sua obra para um público que demonstrou muito mais reverência do que euforia em pouco mais de duas horas de espetáculo.

Os fãs, que encheram o estádio do Morumbi neste domingo (1º), cantaram “Another Brick in the Wall” e “Comfortably Numb” com entusiasmo. Na maior parte das outras 24 músicas, no entanto, pareciam mais interessados em contemplar cada pedaço dos 424 tijolos do muro que é construído e derrubado no decorrer do show e toma conta do palco.

Os discursos do ex-Pink Floyd, em português, foram exatamente os mesmos lidos em Porto Alegre, no último domingo (25); e no Rio de Janeiro, na quinta-feira (29). São frases como “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”, em alusão ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais britânicos em Londres, em 2005, ao ser confundido com um terrorista.

A apresentação começou às 19h45, com 15 minutos de atraso, e tem uma estrutura que faz valer o preço do ingresso. Quando se lembra que a entrada para a pista premium custava impressionantes R$ 900, a afirmação ganha mais força.

Números (o muro tem 137 metros de largura, 11 de altura e 5,5 de profundidade) e infográficos conseguem dar uma prévia do que é a parede erguida no palco, mas com o jogo de luzes, os efeitos sonoros, fogos de artifício, bonecos, animações, projeções e, claro, a obra criada por Waters, tudo parece maior e mais embasbacante.

O clássico álbum duplo lançado em 1979 toma forma no palco graças a esses recursos. Serve como um alento para os que pensam que uma coleção de canções pode ter um conceito, fazer um sentido. E não ser apenas uma espécie de “mixtape” fuleira ou um amontoado de singles somado a sobras de estúdio infinitamente menos inspiradas.

Roger Waters volta a cantar todas as canções de “The Wall”, seguindo a mesma sequência do álbum, em um segundo show no Morumbi, na próxima terça-feira (3).

 

FOTOS DE ROGER WATERS EM SP

 

 

Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

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