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A rotina de Guilherme Alves, diretor do Portal Plus TV

4 jun

Confira uma entrevista com o jornalista, que trabalha em três portais diferentes de entretenimento.

Guilherme Aves é jornalista, trabalha com as fotos que chegam de agência, que em geral são flagras de famosos na praia, em shopping e aeroporto. Mas também tem fotos de coberturas. Ele recebe as fotos e faz um texto de acordo com o famoso que ali está. Faz cobertura em eventos, e para completar, é sócio, diretor geral de sua empresa Portal Plus TV, onde tudo o que acontece tem que passar primeiro por ele, só para depois ser executado, tanto na parte de gravações, produção, das editorias e planejamentos. Essa é a rotina desse jovem de 23 anos.

O Portal Ps , é um site do Virgula, sobre celebridades. Além de ser dono da produtora Mais Produções, que junto com seus trabalhos de prestação de serviços audiovisuais Guilherme ainda tem ainda os sites, Portal Plus TV  e Mais Carnaval.

Por conta da sua rotina de trabalho, o direto do portal ainda não conseguiu arranjar tempo para concluir o seu curso:

“Ainda não me formei. Falta ainda a monografia, que por conta do trabalho, venho adiando. Mas me formo até o ano que vem, com toda a certeza.”

Mas o gosto pela comunicação sempre esteve presente em sua vida, e se intensificou com o trabalho em seu site, que foi desenvolvido em 2006, antes mesmo de Guilherme entrar na faculdade. “Acredito que isso foi fundamental para ajudar na escolha”, diz ele, estudante da Universidade Veiga de Almeida desde 2008.

Guilherme em um dos programas do site Portal Plus

E o jornalismo online? Será que ele sempre se interessou por esse tipo de mídia? “O jornalismo online surgiu por acaso, por conta desse trabalho no meu site. Acabei me identificando bastante e já estou na área há seis anos, sempre trabalhando com o online”

Para se aprimorar na área em que atua, o jornalista fez cursos em direção de programas para a TV e apresentações.

Sua rotina é bem puxada, porém também muito orgazinada. Trabalha de segunda à sexta, e quando necessário também aos fins de semana, mas isso é raro. Ele é responsável por tudo. Pautas que tem de ser aprovadas, e briefings detalhados das matérias, e a equipe que irá realizar a produção. Entre as suas funções estão também as dicas para as edições, detalhes primordiais para o trabalho deles, nas editorias do site ele olha todos os textos, fazendo uma revisão e sugerindo pautas a serem abordadas por eles. Ele também participa de reuniões com o sócio da empresa, que cuida da parte de marketing, do negócio em geral. 

No início o Portal Plus TV, eram apenas postagens de vídeos em um site de compartilhamento, dois anos depois foi montado um site físico próprio, que além dos vídeos, tinham editorias de música, cinema e celebridades. Hoje eles trabalham com vinte pessoas no site, divididas entre apresentadores dos programas, edição, produção, cinegrafista e repórteres das editorias. O diretor vê muita vantagem em sua função, e eles têm parceiros que viabilizam a execução dos programas, o que segundo ele, torna mais fácil fazer algo sem patrocinador. “É basicamente um site de entretenimento, voltado ao jovem de 20 a 25 anos e suas demandas.” Finaliza ele.

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Roger Waters enche Morumbi no primeiro show de ‘The Wall’ em SP

2 abr

Ex-Pink Floyd dedicou mais uma vez a apresentação a Jean Charles.
Ele volta ao estádio na terça-feira (3) para o último show da turnê no Brasil.

No primeiro show em São Paulo da turnê comemorativa dos 30 anos de lançamento do disco “The wall”,  Roger Waters apresentou sua obra para um público que demonstrou muito mais reverência do que euforia em pouco mais de duas horas de espetáculo.

Os fãs, que encheram o estádio do Morumbi neste domingo (1º), cantaram “Another Brick in the Wall” e “Comfortably Numb” com entusiasmo. Na maior parte das outras 24 músicas, no entanto, pareciam mais interessados em contemplar cada pedaço dos 424 tijolos do muro que é construído e derrubado no decorrer do show e toma conta do palco.

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Ex-líder do Pink Floyd abre o show em São Paulo neste domingo no Morumbi (Foto: Flavio Morais/G1)

Os discursos do ex-Pink Floyd, em português, foram exatamente os mesmos lidos em Porto Alegre, no último domingo (25); e no Rio de Janeiro, na quinta-feira (29). São frases como “Gostaria de dedicar este concerto a Jean Charles, sua família e sua luta por verdade e justiça”, em alusão ao brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais britânicos em Londres, em 2005, ao ser confundido com um terrorista.

A apresentação começou às 19h45, com 15 minutos de atraso, e tem uma estrutura que faz valer o preço do ingresso. Quando se lembra que a entrada para a pista premium custava impressionantes R$ 900, a afirmação ganha mais força.

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 Centenas de pessoas mortas em conflitos têm suas imagens exibidas nos tijolos do gigantesco muro erguido durante o show (Foto: Flavio Morais/G1)

Números (o muro tem 137 metros de largura, 11 de altura e 5,5 de profundidade) e infográficos conseguem dar uma prévia do que é a parede erguida no palco, mas com o jogo de luzes, os efeitos sonoros, fogos de artifício, bonecos, animações, projeções e, claro, a obra criada por Waters, tudo parece maior e mais embasbacante.

O clássico álbum duplo lançado em 1979 toma forma no palco graças a esses recursos. Serve como um alento para os que pensam que uma coleção de canções pode ter um conceito, fazer um sentido. E não ser apenas uma espécie de “mixtape” fuleira ou um amontoado de singles somado a sobras de estúdio infinitamente menos inspiradas.

Roger Waters volta a cantar todas as canções de “The Wall”, seguindo a mesma sequência do álbum, em um segundo show no Morumbi, na próxima terça-feira (3).

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Ex-líder do Pink Floyd abre o show em São Paulo neste domingo no Morumbi (Foto: Flavio Morais/G1)

2 abr

Ex-líder do Pink Floyd abre o show em São Paulo neste domingo no Morumbi (Foto: Flavio Morais/G1)